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A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República

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Configurações de SEO para a Barra Lateral do Blogger: Descrição da pesquisa (Meta Description): Análise exaustiva do Livro V de A República de Platão (449a - 480a). Entenda as Três Ondas, a igualdade funcional de gênero, a comunidade de bens e o conceito do Rei Filósofo. Marcadores (Tags): Platão, A República, Filosofia Política, Livro V, Rei Filósofo, Episteme, Doxa, Grécia Antiga A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República Explicado (449a - 480a) Para fundamentar adequadamente o estudo da filosofia platônica ao iniciar a leitura do Livro V de A República de Platão, é indispensável realizar um exame panorâmico e analítico da estrutura argumentativa que se desenvolve entre as passagens 449a e 480a. Este trecho constitui a espinha dorsal de toda a obra e marca o ponto de virada mais profundo do projeto político socrático. O exame do texto fundamenta-se em uma perspectiva interdisciplinar entre a Filosofia, o Direito e a Literatura, voltada para a desconst...

{DICA} Concurso, qual rumo tomar? | Concursos, OAB, ENEM, Vestibular | Daniel Pereira Coach

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{DICA} Concurso, qual rumo tomar? | Concursos, OAB, ENEM, Vestibular | Daniel Pereira Coach

{DICA} Nem todos serão vencedores, mas é fundamental fazer o movimento | Concurso, ENEM, OAB e Vestibular | Daniel Pereira Coach

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É interessante o quanto somos bombardeados com a “teologia” da prosperidade. Diz ela que basta lutarmos para que cheguemos ao nosso objetivo, e só… mas as coisas não são bem assim. Olá, Daniel Pereira por aqui. E estamos no nosso “direto ao ponto, sem enrolação”. Constantemente vejo “especialistas“ em concurso público ditando regras sobre como atingir metas. Muitos alunos, ciosos de que precisam se esforçar, ficam frustrados por não conseguirem atingir o resultado. Mas as coisas não são bem assim. Não basta só o esforço. Pois bem. Já percebeu que o alto das montanhas, assim como os pódios e as vagas de concursos são pequenos, poucos, lugares estreitos? isto é, cabe pouca gente por lá? E, mais, que tem muitos candidatos se esforçando, estudando, dando o sangue por essas vagas, pelo seu “lugar ao sol”? Então, é natural que a conta (procura e oferta) não feche. Muita gente (e boa) ficará de fora das melhores vagas. Então, para ser realmente vencedor é preciso um plus. Mas isso fica para...

{DICA} Quando a família, amigos e nós mesmos atrapalhamos | Concurso, ENEM, OAB e Vestibular | Daniel Pereira Coach

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Quando estamos estudando há algum tempo, é normal a família, amigos ou, nós mesmos, fazermos uma pressãozinha básica. Perguntas como “e aí, já passou? vai estudar por quanto tempo?” têm sido normais. Se você não passou por isso ainda, prepare-se, vai chegar o seu dia. Porém, se tal cobrança lhe tira do rumo, do seu foco, é uma boa hora para reflexão. Vamos lá? Olá, Daniel Pereira por aqui. E estamos no nosso “direto ao ponto, sem enrolação”. Para delimitarmos o problema, é essencial pensarmos de onde parte o questionamento: de você ou do outro? Se for de você, isto é, internamente, está na hora de pensar em ser justo. Em outras palavras, só se cobre se você tiver dado a si a possibilidade de estudar com qualidade e com tempo necessário, fora disso é só sentimento de culpa que não presta para nada. Coloque na sua cabeça, de um vez por todas, que “culpa” é coisa ruim, é uma embalagem que não carrega nada, desprovida de conteúdo. Porém, a sensação de “responsab...

{DICA} Me ensina os atalhos? | Concurso, ENEM, OAB e Vestibular | Daniel Pereira Coach

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Jorge, um aluno ainda jovem do interior do Paraná, me pergunta se têm atalhos para se obter o conhecimento. E aí, o que você diria? Olá, Daniel Pereira por aqui. E estamos no nosso “direto ao ponto, sem enrolação”. Por incrível que pareça, muitos alunos me dirigem a pergunta acima. Claro, muitas vezes ela vem mascarada com outra roupagem. Aposto que você já se pegou pensando nela. Muito bem, é absolutamente normal que nos encaminhemos (pela vida afora) pensando em como reduzir o ônus do nosso trajeto.  Mas e quando o assunto é obtenção de conhecimento? Não quero lhe trazer falsas esperanças, mas confesso que eu descobri muitos atalhos somente após ter alcançado a maturidade. Sim, quanto mais fazemos as nossas escolhas (pela vida afora), mais conhecemos os caminhos que a vida produz e, portanto, mais atalhos conhecemos. Então (daí a coisa fica sem graça), cada atalho que conheço só é aplicável a mim, pois eles são colocados sobre uma base de exp...

{DICA} Quanto vale o seu show? | Concurso, ENEM, OAB e Vestibular | Daniel Pereira Coach

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Reassistindo programas antigos de auditório, me deparei com o “quanto vale o show?”, programa de entretenimento dominical em que o calouro era julgado por uns jurados carrancudos. Num deles, o apresentador fez uma interessante proposta a uma pessoa que acabara de se apresentar pessimamente desafinada, numa cantoria ensandecida: quanto você acha que vale o seu show? Boa pergunta para nos fazermos, não é? Olá, Daniel Pereira por aqui. E estamos no nosso “direto ao ponto, sem enrolação”. Dia desses, repeti a mesma pergunta (acima) a um aluno. Depois dele reclamar do sistema, dos professores, do material, enfim, de tudo, eu o questionei qual nota ele se daria como estudante. Ele, por seu turno, me respondeu “eu me daria uns 5”.  Eu, no meu canto, repensei e disse: “você precisa de pelo menos 8, vá estudar, portanto”. Trouxe esse assunto à baila para lhe questionar (não para lhe culpar) e fazê-lo repensar sobre a sua responsabilidade no que você...

Momento pós-prova | Concursos, OAB, ENEM, Vestibular | Daniel Pereira Coach

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Muitas vezes é preciso parar tudo para um grande inventário | Concurso, ENEM, OAB e Vestibular | Daniel Pereira Coach

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Num dia você se descobre sem energia, sem vontade de continuar o projeto que acalentou durante anos. Parece que o céu caiu sobre a sua cabeça, que as coisas não fazem mais sentido. Daí é momento de um grande inventário. Olá, Daniel Pereira por aqui. E estamos no nosso “direto ao ponto, sem enrolação”. Atendi um aluno, certa feita, que estava confuso, sem vontade de estudar (embora já o fizesse havia dois anos seguidos) e que me procurou para um derradeiro apelo. Cabisbaixo, ele veio até mim por conta da insistência dos pais, que o queriam ver Médico. Numa primeira análise, sozinho com o rapaz, eu disse que achava a Medicina um porre (menti, é óbvio, provocando-o) e que quem deveria seguir o curso seria, numa última análise, seus pais. Ele reagiu (ainda bem), dizendo que desde criança queria ser Médico. Daí eu o questionei acerca da razão de não querer estudar, já que aquilo era seu sonho. Pedi que ele parasse por completo tudo o que estava fazendo e em dois dias apr...