A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República

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Configurações de SEO para a Barra Lateral do Blogger: Descrição da pesquisa (Meta Description): Análise exaustiva do Livro V de A República de Platão (449a - 480a). Entenda as Três Ondas, a igualdade funcional de gênero, a comunidade de bens e o conceito do Rei Filósofo. Marcadores (Tags): Platão, A República, Filosofia Política, Livro V, Rei Filósofo, Episteme, Doxa, Grécia Antiga A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República Explicado (449a - 480a) Para fundamentar adequadamente o estudo da filosofia platônica ao iniciar a leitura do Livro V de A República de Platão, é indispensável realizar um exame panorâmico e analítico da estrutura argumentativa que se desenvolve entre as passagens 449a e 480a. Este trecho constitui a espinha dorsal de toda a obra e marca o ponto de virada mais profundo do projeto político socrático. O exame do texto fundamenta-se em uma perspectiva interdisciplinar entre a Filosofia, o Direito e a Literatura, voltada para a desconst...

MANTIDA DECISÃO QUE RECONHECE UNIÃO ESTÁVEL HOMOAFETIVA ENTRE MULHER E COMPANHEIRA FALECIDA

Um caso interessante e que merece a nossa reflexão, tramitou na Justiça de São Paulo.
Duas mulheres mantiveram um relacionamento amoroso reservado, na condição de união estável, de 1986 até a data do falecimento de uma delas. Com a morte, abriu-se inventário que, por óbvio, não favoreceu a parte enviuvada. Ambas, talvez por receio do preconceito, apresentavam-se à sociedade, inclusive para as respectivas famílias, como amigas, e celebravam contratos sob o estado civil de solteiras. Porém, tinham conta bancária em conjunto e os porteiros do prédio afirmaram, em juízo, que as duas eram conhecidas por formarem um casal.
A Justiça (de primeiro e de segundo graus) reconheceu a união estável homoafetiva entre ambas anulando o inventário extrajudicial e garantindo, à autora, o direito real de habitação no imóvel em que compartilhavam a vida diária.  
“Fazer tábula rasa e adotar o critério do convívio público como norte para o reconhecimento da união estável é criar barreira indevida e negar à postulante o seu direito; vale dizer, não se lhe faculta a exposição social por conta de inaceitável preconceito, e, não podendo se revelar, fica impedida de provar seu relacionamento. Esta ‘lógica’ é minimamente cruel”, frisou a Desembargadora Ana Zomer, Relatora do recurso.
O caso está retratado no site de notícias do TJSP.
O articulista é Advogado e Filósofo por formação, trabalha com conteúdo digital e Comunicação e atua junto à Brüning Advogados Associados 
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