A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República

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Configurações de SEO para a Barra Lateral do Blogger: Descrição da pesquisa (Meta Description): Análise exaustiva do Livro V de A República de Platão (449a - 480a). Entenda as Três Ondas, a igualdade funcional de gênero, a comunidade de bens e o conceito do Rei Filósofo. Marcadores (Tags): Platão, A República, Filosofia Política, Livro V, Rei Filósofo, Episteme, Doxa, Grécia Antiga A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República Explicado (449a - 480a) Para fundamentar adequadamente o estudo da filosofia platônica ao iniciar a leitura do Livro V de A República de Platão, é indispensável realizar um exame panorâmico e analítico da estrutura argumentativa que se desenvolve entre as passagens 449a e 480a. Este trecho constitui a espinha dorsal de toda a obra e marca o ponto de virada mais profundo do projeto político socrático. O exame do texto fundamenta-se em uma perspectiva interdisciplinar entre a Filosofia, o Direito e a Literatura, voltada para a desconst...

silvio morreu

MA OI: TÁ SABENDO QUEM MORREU?
Sim, vamos falar de Silvio Santos.

O passamento do apresentador, ocorrido no sábado passado, me trouxe reflexões.

Silvio Santos, o artista e Senor Abravanel, o empresário – tudo fruto de uma época
A primeira, me parece evidente, é o quanto ele se fez querido por muita gente. É interessante pensar nisso, pois o Silvio é um personagem, alguém criado pelo Senor Abravanel para, justamente, ganhar a vida. Até aí, tudo bem. 
O que intriga é o quanto uma figura pública possa ser tão carismática. Claro, é por conta da sua exposição dominical durante anos, formando gerações ligadas exclusivamente na televisão. Fosse hoje, não sei se ele teria o mesmo sucesso midiático, já que temos outras possibilidades se apresentam, em especial a internet. Em palavras mais simples, a TV era, ao tempo do Silvio, o meio exclusivo (concorrendo em menor número com as rádios) de entretenimento. Hoje as pessoas “perdem tempo” com outras possibilidades dentro da internet.
Silvio Santos, na sua época, prendeu a atenção dos expectadores e vendeu, vendeu muito. Fez fortuna e sabia exatamente o que estava fazendo. Nossa admiração vem dessa exposição e do fato de que ele cultivou a imagem do bom homem médio. 
Assim como muitos da minha geração (gente dos sessenta anos) cultuávamos artistas tanto do cinema quanto da televisão. Silvio Santos é um deles.

Amizades e inimizades, o que há de humano no fazer 
Outro ponto é que Silvio não deve ter feito só amizades. A admiração sempre vem acompanhada de uma certa raiva. É natural que a exposição traga, em certa dose, uma onda de inveja, inimizades e desacertos.
Quem opta pela ação acaba granjeando muita reação também. Polêmicas, manipulação, sensacionalismo, machismo, assédio e aproximação com políticos, há de tudo contra ele. Me parece natural que Silvio, na sua longa história não tenha cometido atropelos e mal feitos. Afinal, somos humanos.

Por fim, é importante reconhecer o seu legado como um dos maiores comunicadores do País e deve ser compreendido como fruto de uma época. Ao julgá-lo estaremos também medindo o nosso próprio tempo.

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