A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República

Imagem
Configurações de SEO para a Barra Lateral do Blogger: Descrição da pesquisa (Meta Description): Análise exaustiva do Livro V de A República de Platão (449a - 480a). Entenda as Três Ondas, a igualdade funcional de gênero, a comunidade de bens e o conceito do Rei Filósofo. Marcadores (Tags): Platão, A República, Filosofia Política, Livro V, Rei Filósofo, Episteme, Doxa, Grécia Antiga A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República Explicado (449a - 480a) Para fundamentar adequadamente o estudo da filosofia platônica ao iniciar a leitura do Livro V de A República de Platão, é indispensável realizar um exame panorâmico e analítico da estrutura argumentativa que se desenvolve entre as passagens 449a e 480a. Este trecho constitui a espinha dorsal de toda a obra e marca o ponto de virada mais profundo do projeto político socrático. O exame do texto fundamenta-se em uma perspectiva interdisciplinar entre a Filosofia, o Direito e a Literatura, voltada para a desconst...

Além de orações e cuidados com o nosso planeta, o que podemos fazer para amainar as catástrofes climáticas?

O Brasil entrou na rota das mudanças climáticas, não teve jeito.
Foi-se o tempo em que poderíamos prever, de um modo um pouco mais seguro, as quatro estações. Também, as chuvas vinham no seu período certo, o sol e mesmo o frio, mais intenso aqui no Sul, era, de certa forma, previsível.
Pois é. Mexemos tanto no planeta, dizem os estudiosos, que alteramos o nosso próprio bem-estar.
E, agora, estamos enfrentando adversidades climáticas. Os meios de comunicação nos trazem a toda hora: chuvarada no Sul, dessas de desalojar as pessoas. Sol intenso no Nordeste, mais do que o normal. Santa Catarina enfrentando tornados. Mais ainda – e mais grave – em 2004 o estado sulista enfrentou a destruição causada por furacão que deixou onze mortos e milhares de desalojados. Um rastro financeiro estimado em 1 bilhão de reais ao governo local.
Estamos diante de adversidade climática e, claro, da imprevisibilidade.
O que fazer?
 
O seguro, produto tradicionalíssimo, trabalha, em grande parte, com a falta de previsão, com acontecimentos que estão aí e, e do nada, destroem vidas e sonhos. Por isso o nome: seguro, em outras palavras, para gerar segurança.
Em tal aspecto (e esse é o cerne do artigo) há uma ideia, defendida pela Confederação Nacional das Seguradoras junto ao Ministério da Integração Nacional e do Desenvolvimento Regional que cria o “Seguro Obrigatório de Catástrofe” por inundações, alagamentos ou desmoronamentos relacionadas a chuvas. Na sugestão, a ideia da CNseg - Confederação Nacional das Seguradoras, capitaneada pelo Dyogo Oliveira, a cobertura relacionar-se-ia a uma indenização emergencial e auxilio funeral às vítimas de tal impacto climático. Tudo isso com investimento de três reais debitados na conta de luz.
O texto legal, ainda em projeto, tem dois lados (me parece): Um, mais claro, evidente, é levar aos mais necessitados, com custo baixo, um produto hábil a lhes tirar de uma situação terrível, dando aos governos uma sobra de caixa para outros investimentos. Noutra banda, um produto tão popular ajudaria a disseminar, principalmente entre as camadas menos aquinhoadas materialmente, a ideia do seguro como fonte "segura" a sanar imprevisibilidades.
 
Enfim, estamos diante desse impasse e os nossos representantes se debruçarão, em breve, sobre tal projeto de lei.
 
O articulista é advogado e filósofo por formação e lida com comunicação e marketing jurídico.
Atualmente está na Brüning Advogados Associados

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Nunca estude para a banca

UM TANGO

ALCIONE E O TRABALHO