A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República

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Configurações de SEO para a Barra Lateral do Blogger: Descrição da pesquisa (Meta Description): Análise exaustiva do Livro V de A República de Platão (449a - 480a). Entenda as Três Ondas, a igualdade funcional de gênero, a comunidade de bens e o conceito do Rei Filósofo. Marcadores (Tags): Platão, A República, Filosofia Política, Livro V, Rei Filósofo, Episteme, Doxa, Grécia Antiga A Ideia Mais Radical de Platão: O Livro V de A República Explicado (449a - 480a) Para fundamentar adequadamente o estudo da filosofia platônica ao iniciar a leitura do Livro V de A República de Platão, é indispensável realizar um exame panorâmico e analítico da estrutura argumentativa que se desenvolve entre as passagens 449a e 480a. Este trecho constitui a espinha dorsal de toda a obra e marca o ponto de virada mais profundo do projeto político socrático. O exame do texto fundamenta-se em uma perspectiva interdisciplinar entre a Filosofia, o Direito e a Literatura, voltada para a desconst...

o robô

O ROBÔ NO JUDICIÁRIO E OS CAUSOS
Volto ao tema, é do nosso dia a dia.
Que a “inteligência artificial” veio para ficar, isso é um fato. Resta somente delinearmos os seus contornos. Em outras palavras, temos que definir o que ficará com a IA, o que que ficará com o ser humano e o que faremos juntos (num sistema híbrido).

Como sou um senhor (na acepção da lei um idoso), já vi muita coisa. O Direito está na minha vida, oficialmente, há trinta e dois anos. Mas antes desse tempo eu já era operador dessa Ciência: era boy no escritório de advocacia do meu saudoso irmão. 
Já vi muita “automação” nessa área: Juiz criminal que mandou confeccionar sentenças a priori para ter menos trabalho (aliás, dizem que o preguiçoso é quem promove as verdadeiras inovações) e cujo trabalho consistia em preencher espaços vazios em uma decisão adredemente mimeografada e que, claro, foi objeto de inúmeros recursos; fichas padronizadas nos cartórios judiciais para melhor encontrar os processos; intimações via telefone (fixo, não existia celular).
Enfim, muita coisa passou deixando a velha máquina de datilografia para trás. Agora estamos na era da I.A e é preciso decidirmos o que queremos com essa ferramenta.
O Ministro-Presidente do Supremo Tribunal Federal, recentemente, avisou que o Judiciário caminharia no sentido de que (e isso ele encomendou para as big techs, dentre tantas coisas) o robô “proporia” uma minuta de decisão para o Juiz e este, após deliberação interior, assinaria ou corrigira a proposta.
Tenho para mim, conhecendo um pouco o ser humano, que em breve teremos o juiz- robô puro. Penso que é da natureza humana o acomodamento e o Magistrado, ser humano que é e num futuro muito breve, vai acabar deixando, com o tempo (basta que o humano confie) que a “ferramenta” assuma. É natural, é lógico acontecer isso.
Pena que aquele velho Juiz (o que falei no início deste artigo) já tenha falecido: ficaria animadíssimo em ver que o STF já patrolou a estrada que ele, lá atrás, já havia imaginado.

Viveremos para ver isso.
E.T.: Submeti o texto acima à I.A. e ela me repreendeu. Disse que preciso melhorar a introdução, organizar a ideia de forma mais clara e fluida, usar uma linguagem mais formal (afinal, é um tema jurídico), reforçar meus argumentos e concluir de forma reflexiva.
P.S.: Não obedeci. Venceu o artigo humano mesmo.

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